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Arquivo para Tag: otorrino para perda auditiva

Perda auditiva: 10 sinais silenciosos de que sua audição pode estar diminuindo

7 de julho de 2026/em Audição, Exames Auditivos/por Equipe médica da Clínica Luiz Pires de Mello

Muitas pessoas acreditam que a perda auditiva acontece de repente ou apenas em idosos. Na prática, ela costuma surgir de forma lenta e silenciosa. Os primeiros sinais podem ser tão discretos que passam despercebidos durante meses ou até anos.

Pedir para repetir uma frase, aumentar cada vez mais o volume da televisão, achar que as pessoas estão falando baixo ou ter dificuldade para entender conversas em locais movimentados são comportamentos frequentemente atribuídos à distração, ao cansaço ou ao envelhecimento. No entanto, eles também podem representar os primeiros sintomas de uma perda auditiva.

Quanto mais cedo essas alterações são identificadas, maiores são as chances de descobrir a causa, iniciar o tratamento adequado e preservar a capacidade de comunicação e a qualidade de vida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (World Health Organization, WHO), mais de 1,5 bilhão de pessoas vivem com algum grau de perda auditiva no mundo, e muitas delas poderiam se beneficiar de diagnóstico e tratamento precoces. A organização destaca que a identificação precoce reduz impactos na comunicação, na cognição, na interação social e na saúde mental.

Fonte:
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/deafness-and-hearing-loss

Neste artigo, você entenderá como reconhecer os primeiros sinais da perda auditiva, por que eles costumam passar despercebidos e quando procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação especializada.

Resposta rápida

A perda auditiva geralmente começa de forma gradual. Os primeiros sintomas incluem pedir para repetir frases com frequência, aumentar o volume da televisão, dificuldade para entender conversas em ambientes barulhentos, sensação de que as pessoas falam baixo e necessidade de fazer mais esforço para ouvir. Esses sinais não devem ser ignorados. O diagnóstico é realizado pelo médico otorrinolaringologista com apoio de exames como audiometria, imitanciometria e outros testes auditivos, permitindo definir o tratamento mais adequado para cada paciente.

A perda auditiva nem sempre é evidente e costuma diminuir lentamente

Na maioria dos casos, a perda auditiva não acontece de um dia para o outro.

O cérebro possui grande capacidade de adaptação. Quando a audição diminui gradualmente, a pessoa tende a compensar essa dificuldade sem perceber.

Ela passa a prestar mais atenção aos movimentos dos lábios, aproxima-se de quem está falando, aumenta discretamente o volume dos aparelhos eletrônicos ou simplesmente pede para repetir algumas palavras.

Como essas adaptações ocorrem aos poucos, muitos pacientes acreditam que estão ouvindo normalmente.

Na realidade, a audição já pode estar apresentando alterações importantes.

Nem sempre o problema é ouvir, mas entender

Um dos primeiros sinais da perda auditiva não é deixar de ouvir sons.

É deixar de compreender a fala.

Isso acontece porque determinadas frequências sonoras, especialmente aquelas responsáveis pela percepção das consoantes, passam a ser menos percebidas.

Como consequência, o paciente escuta que alguém falou, mas não consegue entender exatamente o que foi dito.

Essa situação costuma ser descrita com frases como:

“Eu escuto, mas não entendo.”

“As pessoas parecem falar para dentro.”

“Consigo ouvir a voz, mas não compreendo as palavras.”

Esse sintoma merece atenção porque pode indicar alterações auditivas ainda discretas, mas já capazes de comprometer a comunicação.

A família costuma perceber antes do paciente

É bastante comum que familiares notem os primeiros sinais antes da própria pessoa.

Filhos, cônjuges e amigos costumam observar mudanças como:

  • aumento frequente do volume da televisão
  • dificuldade para acompanhar conversas em grupo
  • respostas inadequadas durante diálogos
  • necessidade constante de repetir perguntas
  • aparente desatenção

Esses comportamentos muitas vezes são interpretados como distração ou falta de interesse.

Na realidade, podem representar uma dificuldade auditiva em desenvolvimento.

Segundo a World Health Organization, identificar esses sinais precocemente é uma das estratégias mais importantes para reduzir os impactos da perda auditiva sobre a qualidade de vida.

Fonte:
https://www.who.int/health-topics/hearing-loss

Os primeiros sinais da perda auditiva

Você pede para repetir as frases com frequência

Este costuma ser um dos primeiros sintomas percebidos.

No início, a dificuldade aparece apenas em algumas situações.

Depois, torna-se cada vez mais frequente.

A pessoa passa a utilizar expressões como:

  • “Pode repetir?”
  • “O que você disse?”
  • “Não entendi.”

Na maioria das vezes, o problema não está relacionado ao volume da voz de quem fala, mas à dificuldade de distinguir determinados sons da fala.

Quanto mais cedo esse sintoma for investigado, maiores são as possibilidades de identificar sua causa.

O volume da televisão aumenta sem que você perceba

Outro sinal muito comum é aumentar gradualmente o volume da televisão, do rádio ou do celular.

Esse comportamento normalmente acontece de forma inconsciente.

Enquanto a própria pessoa considera o volume confortável, familiares costumam achar que ele está excessivamente alto.

Esse é um dos sinais clássicos de perda auditiva progressiva.

Conversar em locais barulhentos ficou mais difícil

Restaurantes.

Shoppings.

Reuniões familiares.

Ambientes de trabalho.

Todos esses locais apresentam diversos sons competindo ao mesmo tempo.

Quando existe perda auditiva, o cérebro encontra maior dificuldade para separar a voz da pessoa que está falando do ruído ambiente.

Por isso, muitos pacientes relatam que conseguem conversar normalmente em locais silenciosos, mas praticamente deixam de entender as pessoas quando há muito barulho ao redor.

Esse sintoma costuma aparecer precocemente em diferentes tipos de perda auditiva.

Você escuta, mas não entende

Ouvir e compreender não são exatamente a mesma coisa.

O ouvido capta os sons.

O cérebro interpreta essas informações.

Quando determinadas frequências deixam de ser percebidas adequadamente, partes importantes das palavras desaparecem.

O resultado é uma sensação bastante característica.

A pessoa sabe que alguém falou.

Mas não consegue compreender a mensagem completa.

Esse sintoma frequentemente é confundido com distração, déficit de atenção ou falta de concentração.

Na realidade, pode representar um dos primeiros indícios de perda auditiva.

Você parece distraído durante as conversas

Algumas pessoas passam a evitar responder porque não têm certeza do que ouviram.

Outras sorriem, concordam ou mudam de assunto para esconder a dificuldade.

Esse comportamento pode ser interpretado como desatenção.

Entretanto, em muitos casos, ele representa apenas um esforço para lidar com uma audição que está diminuindo lentamente.

Quanto mais tempo essa situação permanece sem diagnóstico, maior tende a ser o impacto sobre a comunicação, a convivência familiar e a qualidade de vida.

Por que a perda auditiva acontece?

A perda auditiva não possui uma única causa. Ela pode surgir como consequência do envelhecimento natural, da exposição contínua ao ruído, de doenças do ouvido, infecções, fatores genéticos, uso de determinados medicamentos ou até alterações neurológicas.

Em alguns casos, a diminuição da audição acontece lentamente ao longo de anos. Em outros, ela pode surgir de forma súbita e exigir atendimento médico imediato.

Compreender a origem da perda auditiva é fundamental para definir o tratamento mais adequado e evitar a progressão do problema.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (WHO), cerca de metade dos casos de perda auditiva poderiam ser prevenidos por meio de medidas de proteção auditiva, diagnóstico precoce e tratamento adequado.

Fonte:
https://www.who.int/health-topics/hearing-loss

Presbiacusia: o envelhecimento natural da audição

A presbiacusia é a causa mais frequente de perda auditiva em adultos e idosos.

Com o passar dos anos, as células sensoriais localizadas na cóclea sofrem um processo natural de desgaste.

Esse processo reduz principalmente a percepção dos sons mais agudos, dificultando a compreensão das palavras.

É por isso que muitas pessoas afirmam:

“Eu escuto a voz, mas não entendo o que foi dito.”

A presbiacusia costuma evoluir lentamente e acometer ambos os ouvidos de forma progressiva.

Quando diagnosticada precocemente, pode ser acompanhada e tratada para minimizar seus impactos sobre a comunicação.

Exposição prolongada ao ruído

A exposição frequente a sons intensos representa uma das principais causas evitáveis de perda auditiva.

Entre as situações de maior risco estão:

  • trabalho em ambientes industriais
  • construção civil
  • aeroportos
  • casas de shows
  • uso frequente de fones de ouvido em volume elevado
  • exposição prolongada à música alta

O excesso de ruído provoca lesões nas células ciliadas da cóclea.

Essas células não possuem capacidade de regeneração.

Por esse motivo, os danos auditivos provocados pelo ruído costumam ser permanentes.

A Organização Mundial da Saúde alerta que bilhões de jovens apresentam risco aumentado de perda auditiva devido ao uso inadequado de dispositivos sonoros pessoais.

Fonte:
https://www.who.int/news-room/questions-and-answers/item/deafness-and-hearing-loss-safe-listening

Otites podem comprometer a audição

As infecções do ouvido também podem provocar perda auditiva.

Em crianças, as otites médias são bastante frequentes e podem causar redução temporária da audição durante o período inflamatório.

Quando as infecções tornam-se recorrentes ou evoluem com complicações, existe risco de danos mais permanentes às estruturas do ouvido.

Nos adultos, alguns processos inflamatórios também podem comprometer a transmissão adequada do som.

Por isso, episódios repetidos de dor de ouvido merecem investigação especializada.

Otosclerose

A otosclerose é uma doença caracterizada pelo crescimento anormal do tecido ósseo ao redor do estribo, um dos pequenos ossos responsáveis pela transmissão do som no ouvido médio.

Esse processo reduz a movimentação do osso e dificulta a condução das ondas sonoras.

Os sintomas costumam surgir lentamente e incluem:

  • dificuldade para ouvir
  • necessidade de aumentar o volume da televisão
  • zumbido
  • dificuldade para compreender conversas

Dependendo do estágio da doença, existem diferentes possibilidades terapêuticas.

Doença de Ménière

A doença de Ménière afeta o ouvido interno e pode provocar episódios recorrentes de:

  • perda auditiva
  • zumbido
  • sensação de pressão no ouvido
  • vertigem intensa

Os sintomas costumam aparecer em crises e podem variar bastante entre os pacientes.

O acompanhamento com o otorrinolaringologista é fundamental para controlar a evolução da doença.

Rolha de cerúmen

Nem toda perda auditiva está relacionada a doenças permanentes.

O acúmulo excessivo de cerúmen pode bloquear parcialmente o canal auditivo e provocar:

  • sensação de ouvido tampado
  • redução da audição
  • zumbido
  • desconforto no ouvido

Nesses casos, a remoção do cerúmen realizada pelo profissional costuma restabelecer a audição imediatamente.

É importante evitar a introdução de hastes flexíveis ou outros objetos dentro do ouvido, pois isso pode empurrar ainda mais a cera para o interior do canal auditivo.

Trauma acústico

A exposição súbita a sons extremamente intensos também pode provocar perda auditiva.

Explosões.

Fogos de artifício.

Disparos de arma de fogo.

Máquinas muito ruidosas.

Esses eventos podem causar lesões imediatas nas estruturas da cóclea.

Dependendo da intensidade do trauma, a perda auditiva pode ser temporária ou permanente.

Medicamentos ototóxicos

Alguns medicamentos apresentam potencial para provocar lesões auditivas.

Entre eles estão determinados:

  • antibióticos
  • quimioterápicos
  • diuréticos específicos
  • medicamentos utilizados em situações clínicas especiais

A utilização desses medicamentos sempre deve ocorrer sob acompanhamento médico, considerando os benefícios e os riscos de cada tratamento.

Nem todos os pacientes apresentam alterações auditivas, mas essa possibilidade deve ser monitorada quando indicada.

Alterações neurológicas

Embora menos frequentes, algumas doenças neurológicas também podem interferir na audição.

Alterações que comprometem o nervo auditivo ou as vias responsáveis pelo processamento dos sons podem provocar dificuldade para compreender a fala, mesmo quando parte da audição permanece preservada.

Essas situações exigem investigação detalhada para definir a origem do problema.

Cada tipo de perda auditiva exige uma abordagem diferente

A perda auditiva não representa um diagnóstico único.

Ela pode ser classificada em diferentes tipos, como:

  • perda auditiva condutiva
  • perda auditiva neurossensorial
  • perda auditiva mista

Cada uma possui causas, exames e tratamentos específicos.

Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental para identificar corretamente o tipo de alteração auditiva e definir a melhor estratégia terapêutica.

Segundo a Sociedade Brasileira de Otologia, reconhecer os primeiros sinais e realizar avaliação especializada aumenta significativamente as possibilidades de tratamento e reabilitação auditiva.

Fonte:
https://www.sbotologia.com.br/

Como é feito o diagnóstico da perda auditiva?

Identificar a causa da perda auditiva é o primeiro passo para definir o tratamento mais adequado. Como diferentes doenças podem provocar sintomas semelhantes, a avaliação não deve se limitar apenas à percepção de que a audição diminuiu.

O médico otorrinolaringologista realiza uma investigação detalhada que inclui a história clínica, exame físico do ouvido e exames auditivos específicos capazes de identificar o tipo, o grau e a possível origem da alteração.

Quanto mais cedo esse diagnóstico é realizado, maiores são as possibilidades de preservar a audição e evitar que a dificuldade para ouvir comprometa a comunicação e a qualidade de vida.

Consulta com o otorrinolaringologista

A avaliação começa com uma conversa detalhada sobre os sintomas.

O especialista procura entender:

  • quando a dificuldade para ouvir começou
  • se ela surgiu de forma lenta ou repentina
  • se acomete um ou ambos os ouvidos
  • se existe zumbido associado
  • se há episódios de tontura
  • histórico de infecções
  • exposição ao ruído
  • uso de medicamentos
  • antecedentes familiares

Essas informações ajudam a direcionar toda a investigação.

Otoscopia

Após a avaliação clínica, o médico examina o canal auditivo e a membrana do tímpano.

Esse exame permite identificar alterações como:

  • rolha de cerúmen
  • otites
  • perfuração timpânica
  • inflamações
  • alterações anatômicas

Em alguns casos, apenas essa avaliação já identifica uma causa tratável da perda auditiva.

Audiometria tonal

A audiometria tonal é o principal exame utilizado para avaliar a audição.

Durante o teste, o paciente utiliza fones de ouvido e responde aos sons apresentados em diferentes frequências e intensidades.

O exame permite determinar:

  • o grau da perda auditiva
  • quais frequências foram afetadas
  • se a alteração acomete um ou ambos os ouvidos
  • o tipo de perda auditiva

Essas informações são fundamentais para o planejamento terapêutico.

Audiometria vocal

A audiometria vocal complementa a audiometria tonal.

Enquanto a audiometria tonal mede a capacidade de ouvir sons, a audiometria vocal avalia a compreensão da fala.

Esse exame ajuda a explicar por que muitas pessoas dizem:

“Eu escuto, mas não entendo o que as pessoas falam.”

A avaliação da discriminação auditiva possui grande importância para definir a estratégia de tratamento.

Imitanciometria

A imitanciometria analisa o funcionamento da membrana timpânica e do ouvido médio.

Esse exame pode identificar alterações como:

  • líquido atrás do tímpano
  • disfunção da tuba auditiva
  • alterações na mobilidade timpânica
  • algumas doenças do ouvido médio

É frequentemente solicitado em conjunto com a audiometria.

Emissões otoacústicas

As emissões otoacústicas avaliam o funcionamento das células ciliadas externas da cóclea.

Esse exame é amplamente utilizado:

  • na triagem auditiva neonatal
  • em crianças
  • na investigação de perdas auditivas iniciais
  • no acompanhamento de pacientes expostos ao ruído

Por não depender da resposta ativa do paciente, é um exame bastante útil em diversas faixas etárias.

BERA

O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico, conhecido como BERA, avalia a condução dos estímulos sonoros desde o ouvido até o tronco cerebral.

O exame costuma ser indicado quando existe necessidade de investigar:

  • alterações do nervo auditivo
  • perdas auditivas em crianças pequenas
  • dificuldades de comunicação
  • alterações neurológicas relacionadas à audição

O BERA é um exame objetivo e possui importante papel na investigação auditiva.

Existe tratamento para perda auditiva?

Sim.

O tratamento depende exclusivamente da causa identificada.

Nem toda perda auditiva é permanente.

Em muitos casos, ela pode ser revertida ou significativamente melhorada.

Entre as possibilidades terapêuticas estão:

Remoção de cerúmen

Quando o excesso de cera bloqueia o canal auditivo, sua remoção costuma restabelecer imediatamente a audição.

Tratamento das doenças do ouvido

Infecções, inflamações e algumas alterações do ouvido médio podem ser tratadas clinicamente ou cirurgicamente.

Aparelhos auditivos

Quando existe perda auditiva permanente e há indicação clínica, os aparelhos auditivos podem melhorar significativamente a comunicação e a qualidade de vida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, milhões de pessoas que poderiam se beneficiar dos aparelhos auditivos ainda não recebem tratamento adequado.

Fonte:
https://www.who.int/health-topics/hearing-loss

Implante coclear

Em casos específicos de perda auditiva severa ou profunda, o implante coclear pode ser indicado após avaliação especializada.

Nem todos os pacientes possuem indicação para esse procedimento.

Reabilitação auditiva

Além dos recursos tecnológicos, muitos pacientes também se beneficiam de programas de reabilitação auditiva realizados por equipes multidisciplinares.

Audição normal × primeiros sinais de perda auditiva

Audição preservada Primeiros sinais de perda auditiva
Conversa sem esforço Pede para repetir frequentemente
Volume normal da televisão Volume cada vez mais alto
Boa compreensão da fala Ouve, mas não entende algumas palavras
Conversa confortável em ambientes barulhentos Dificuldade para entender em locais com ruído
Comunicação natural Necessidade constante de prestar mais atenção
Participação ativa em conversas Evita reuniões ou conversas em grupo

Como acontece a investigação da perda auditiva

Primeiros sinais

↓

Consulta com o otorrinolaringologista

↓

Otoscopia

↓

Audiometria
Imitanciometria
Audiometria vocal
Emissões otoacústicas
BERA quando indicado

↓

Identificação da causa

↓

Tratamento individualizado

Quando procurar um otorrinolaringologista?

Procure avaliação especializada se você:

✓ pede para repetir frases frequentemente

✓ aumenta constantemente o volume da televisão

✓ sente dificuldade para conversar em locais barulhentos

✓ escuta, mas não entende o que foi dito

✓ familiares comentam que você não está ouvindo bem

✓ percebe zumbido associado

✓ apresenta perda auditiva súbita

✓ sente que sua audição piorou nos últimos meses

Quanto mais cedo a avaliação é realizada, maiores são as chances de identificar causas tratáveis e preservar a audição.

Faq - Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Como saber se estou perdendo a audição?

Os primeiros sinais costumam incluir dificuldade para compreender conversas, necessidade de aumentar o volume da televisão, pedir para repetir frases e dificuldade para ouvir em ambientes barulhentos.

Pedir para repetir é sinal de perda auditiva?

Pode ser. Quando esse comportamento se torna frequente, é recomendável realizar uma avaliação auditiva.

Por que ouço, mas não entendo o que as pessoas falam?

Alguns tipos de perda auditiva comprometem principalmente a compreensão da fala, especialmente em ambientes com muito ruído.

A perda auditiva acontece apenas em idosos?

Não. Ela pode ocorrer em qualquer idade por diferentes causas, incluindo exposição ao ruído, infecções, fatores genéticos, medicamentos e doenças do ouvido.

Quando devo fazer uma audiometria?

Sempre que houver suspeita de redução da audição, zumbido persistente, dificuldade para compreender conversas ou encaminhamento do médico otorrinolaringologista.

A perda auditiva pode ser revertida?

Depende da causa. Algumas perdas auditivas são temporárias e tratáveis. Outras podem ser controladas por meio de aparelhos auditivos, implantes ou reabilitação.

Zumbido pode indicar perda auditiva?

Sim. O zumbido pode estar associado a diferentes alterações auditivas e merece investigação especializada.

Quais exames avaliam a audição?

Entre os principais estão audiometria tonal, audiometria vocal, imitanciometria, emissões otoacústicas e BERA.

Como prevenir a perda auditiva?

Evitar exposição prolongada ao ruído intenso, utilizar equipamentos de proteção auditiva quando necessário, controlar doenças do ouvido e realizar avaliações periódicas são medidas importantes.

Quando procurar um otorrinolaringologista?

Sempre que surgirem sintomas persistentes relacionados à audição ou quando familiares começarem a perceber mudanças na sua capacidade de ouvir.

Sua audição pode estar dando sinais antes que você perceba

A perda auditiva raramente começa de forma abrupta. Na maioria das vezes, ela evolui lentamente, por meio de pequenos sinais que podem passar despercebidos durante anos.

Quanto antes esses sinais são reconhecidos, maiores são as possibilidades de identificar a causa, preservar a audição e manter uma comunicação de qualidade.

Se você percebe que está pedindo para repetir frases com frequência, aumentando constantemente o volume da televisão ou encontrando dificuldade para compreender conversas, especialmente em ambientes barulhentos, uma avaliação com o otorrinolaringologista pode esclarecer o que está acontecendo e indicar a melhor conduta para o seu caso.

Referências

Post que inspirou este artigo: https://www.instagram.com/p/DaZCseZDtjI

Organização Mundial da Saúde (WHO) – Deafness and Hearing Loss

World Health Organization – Fact Sheet

Academia Brasileira de Audiologia

Sociedade Brasileira de Otologia

American Academy of Otolaryngology – Head and Neck Surgery

Responsável técnico pelo conteúdo:
Equipe médica da Clínica Luiz Pires de Mello
Especialidade: Otorrinolaringologia

Este conteúdo foi desenvolvido com base na experiência clínica acumulada pela Clínica Luiz Pires de Mello, instituição dedicada à Otorrinolaringologia desde 1962. Com mais de seis décadas de atuação contínua, a clínica reúne tradição médica, precisão diagnóstica e atendimento centrado no paciente, contribuindo para a educação em saúde por meio de conteúdos informativos baseados em prática clínica e conhecimento científico.

https://clinicaluizpiresdemello.com.br/wp-content/uploads/2026/07/perda-auditiva-sinais-silenciosos.jpg 800 1200 Equipe médica da Clínica Luiz Pires de Mello https://clinicaluizpiresdemello.com.br/wp-content/uploads/2018/12/logo_pires_de_mello-293x300.png Equipe médica da Clínica Luiz Pires de Mello2026-07-07 19:06:422026-08-28 00:14:17Perda auditiva: 10 sinais silenciosos de que sua audição pode estar diminuindo

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Comunicado

Um novo capítulo na história da Clínica Luiz Pires de Mello

Niterói, 24 de agosto de 2026

É com grande alegria que compartilhamos uma novidade muito especial.

Fundada em 1962 pelo Prof. Luiz Rogério Pires de Mello, a Clínica Luiz Pires de Mello construiu, ao longo de mais de seis décadas, uma trajetória marcada pela excelência médica, pelo cuidado e pela confiança de gerações de pacientes.

A partir de agora, a gestão da clínica passa a ser conduzida integralmente pela Dra. Andréa Pires de Mello, Dra. Gisella Pires de Mello e Dr. Rogério Pires de Mello Netto, com o apoio do Dr. Mauro Pereira de Azevedo.

Juntos, assumem este novo capítulo com profundo respeito por tudo o que foi construído e com o compromisso de dar continuidade a esse legado.

Queremos preservar aquilo que sempre foi essencial: a tradição, a excelência médica, o cuidado e o acolhimento.